03 maio 2017

Huh, that was fucking trippy

Ontem eu decidi pegar leve com a internet e ao invés de ir direto pro Spotify ouvir Kanye, deixei a rádio me guiar. MEU DEUS! Gostaria de ter salvo todas as músicas que ouvi, principalmente as do Tim Maia. Como estava de noite, tinha muito  flashback e músicas românticas, misturado das melhores músicas praianas do mundo! Ouvindo tudo aquilo fiquei curiosa pra ver a capa dos álbuns, porque cada música tinha sua atmosfera claramente traduzida em imagens:

Hurts to be in love de Andru Donalds, 2001
Menino do rio de Baby Consuelo, 1979

When it`s over de Sugar Ray, 2001
Está no ipod do Cadu Maverick. E (realmente) está na ilha do espanto

Dark Days de Local Natives, 2016
Imaginei que era de uma banda estilo Sixpence None The Richer, com uma moça fofíssima olhando pela janela de um submarino.

Baby can I hold you de Tracy Chapman, 1988.
Graças a uma seleta gama de bêbados que frequentavam o bar ao lado da minha casa, eu sempre ouvi compulsoriamente todos os flash backs de maior sucesso e maior dor de cotovelo. Sei cantar todas. Uma vez minha mãe foi se referir a meu irmão que era um neném e disse "calma baby-can-i-hold-you". Pegou. Outra vez estava com o Carlos e Maria vendo um dvd de flashbacks e ficamos bem espantados em descobrir que quem cantava essa música era uma mulher. Muitas histórias.

Eye in the sky de The Alan Parsons Project, 1982
 

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