16 janeiro 2017

Não posso me culpar, posso.

Desde que comecei a falar sobre o fanzine com a Victória eu comecei a pior era da minha procrastinação. Quer dizer, eu não entendo como posso deixar pra depois algo que gosto tanto! Eu fico pensando em ideias mirabolantes e legais pra escrever no fanzine, mas eu simplesmente não consigo! Não consigo parar e escrever e isso é horrível. Quando to na faculdade sempre deixo os trabalho pro último minuto e não sei como farei pra mudar essa realidade. No trabalho nem se fala, sem bem que estou pensando que quanto menos eu tenho coisa pra fazer, melhor, então faço o mais rápido que eu puder pra terminar logo. 

Isso não significa que sou irresponsável ou preguiçosa, porque quando tenho últimos minutos pra fazer algo eu me esforço de verdade e pode nascer algo bom como o fanzine da Lava Jato que foi feito sobre lágrimas de: nunca mais deixo pra última hora. 

"Contrary to the popular thinking on people like us, procrastinators aren’t necessarily lazy or irresponsible. I, for one, am totally driven and hardworking, but I still put things off till the last minute. I don’t think it’s because of lax morals or a weak work ethic—I think it’s because of my FEELINGS. For many of the dodgers, delayers, and deferrers of the world, it’s not that we don’t want to do what’s required or that we can’t do it, it’s just that our fears, anxieties, and (somewhat ironically) ambitions can be so overwhelming that they paralyze us and stop us from doing what we know needs to be done."
 E para explicar meu caso com o zine que não deixo nascer:
"When the task at hand seems too big or daunting, even though we’d like to begin, it can be hard to figure out where or how to start. So we don’t do anything at all. To a parent, teacher, or employer, behavior like this might look like apathy, but it’s actually the complete opposite: You care so much about doing a good job that you are paralyzed by this desire. (...) I did everything I could think of to avoid facing what I had to do, because what I had to do meant so much to me that I was terrified."
Amber Humphrey, for Rookie
Não sei se tem cura, mas recentemente tenho tomado algumas atitudes: tenho uma agenda. É uma agenda comum, diária, que ganho do meu trabalho todo ano e nunca tinha usado pq achava muito feia, mas decidi aproveitar essas coisas (assunto para outro post). Nela eu anoto tudo o que tenho que fazer e eventos, como uma bullet journal, e as ideias do zine e a partir de agora as tarefas para escrever. E vou prometer a mim mesma andar sempre com uma caneta e papel no bolso, just as this gem:
GET THE THINGS DONE!


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