terça-feira, 13 de novembro de 2012

arthur {me fazendo rir} no 3 de 57

eu gosto muito de dias como hoje.
 [mas você não sabe como eles terminam] 
assim, que a gente se olha, e pensa rapidinho o que vai fazer porque ontem foi tudo tão estranho. 

eu sei que você pensa 

daí eu te olho e vejo que é você: você é meu namorado. desses que a gente pode beijar quando quiser e se ficar dizendo eu te amo mil vezes não vai ser chamada de maluca. 

daí eu fico feliz. 
então... fritas... então... 
vamos conversar, né? 

então a gente conversa. vê livros engraçados. percebe de novo que só a presença do outro é boa. lembra que quando a gente não tá junto é complicado, mas suportável justamente por saber que vamos nos ver de novo. então a gente se beija. daí... booooooooooooooooooooooommmmm!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! (com mil exclamações). 

e a gente ri muito. ri muito mesmo porque a gente sabe que a melhor parte do outro é a parte engraçada. e eu fio desesperada quando você finge que tá chateado, ou triste, ou magoada, porque parece que você nunca mais volta ao normal. daí fica uma coisa piscando na minha cabeça. na verdade gritando. 

e quando eu chego em casa eu começo a concordar que você realmente deveria ter um carro pra me deixar em casa, ou melhor ainda, na nossa casa. então na realidade eu fico cheirando minha mãe várias vezes, porque tem seu cheirinho, um cheiro mais ou menos parecido daqueles que quem fuma deixa na gente ou no telefone público, um cheiro que não sai. e eu lembro que você beijou a palma da minha mão. daí eu a beijo também. eu lembro de todas as coisas lindas que você já me disse e como disse. eu lembro de como você é bonito e de como eu tenho sorte por ser sua namorada e não uma amiga que você goste muito.

eu lembro que te amo muito. amo mesmo.

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