quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Uma coisinha de doida, Doida S,

o sol estava forte, brilhando no alto e a ponto de queimar aquela folhinha verde que Samanta olhava. Por mais que tudo estivesse perdido ela poderia regressar e brilhar mais uma vez, ser forte como e sol e minuciosa em seus passos como a folha que agora dançava ao vento. Ainda lembrava de como fora grossa em seus toques e como foi esquecida em suas histórias.
escrito em 06/12/2011

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