13 maio 2011

Tão sem medo.

O seu "tchau Brunna" me machucou tanto. Foi, assim, bem rápido. Eu sei que devo ter dito algo que tenha deixado você triste, mas se fiz isso eu não sei, então não tenho nem o direito de pedir perdão, porque daí não seria de verdade.
As tuas palavras, essas duas, me acertaram em cheio que tudo o que minha mãe me fala sobre a nossa amizade veio à tona. Ninguém sabe, mas é quando tudo está indo bem que as coisas começam a ficar péssimas. Eu estou vivendo isso, agora, com essa palavra e meu nome.
Eu estou escrevendo isso que é pra eu voltar a minha felicidade. Eu queria ter a vontade de clicar o "enter" e fazer você ler a minha despedida mais bonita, eu escolhi tanto as palavras pra te mandar, mas ai eu li isso e a unica coisa que me aconteceu foi levar a setinha até o "x" e pronto, "não precisa mais".
Eu tinha tanta coisa pra contar, mas minha mãe me disse que ninguém nunca vai estar sempre pronto para ouvir o que nós temos a dizer, hoje foi um dia que você queria ouvir nada, mas estava procurando a palavra de alguém. A questão é que ninguém vai estar sempre pronto para dar a palavra que você quer ouvir. Hoje foi hoje. Hoje é um dia desses. Desses que tudo o que a gente quer é "nada" e ninguém sabe disso, nem mesmo a gente, mas eu estou te contando isso, então não esqueça mais.